O modelo de privatização já foi fechado e o equipe do Ministério da Economia bateu o martelo sobre a privatização dos Correios.

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A princípio, segundo O Globo, o governo tem a intenção de se desfazer 100% do capital da empresa. Quem falou foi o secretário especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia, Diogo Mac Cord.

Ou seja, o comprador que sair ‘vitorioso’ de um ‘formato de leilão’, levará consigo também os ativos e passivos dos Correios.

A princípio, Arthur Lira, presidente da Câmara já marcou a votação do projeto dos Correios para semana que vem, antes de iniciar o recesso parlamentar.

O projeto também prevê, com o intuito de preservar a universalização do atendimento, a transformação da Anatel para Anacom, que vai regular os serviços postais no Brasil.

Diogo garante que “a empresa vai pegar o Brasil inteiro” e que “chegou a avaliar fatiar por região, mas entendemos que para garantir a universalização é preciso ter subsídio cruzado dentro da própria empresa”.

A estatal os Correios tem hoje, segundo cálculos do BNDES um passivo de R$ 13 bilhões. No entanto, o ativo circulante e não circulante somam R$ 14 bilhões, de acordo com dados da estatal, de 2020.

Ainda não há, pelo governo, um valor previsto para essa privatização, que vai depender do edital e da avaliação das contas da empresa.

O lucro da estatal chegou em R$ 1,5 bilhão em 2020, sendo R$ 900 milhões de adiamentos de impostos, resultado financeiro e reversão de provisões, chamados de efeitos não recorrentes.

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